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Sexta Missionária 20

09 setembro 2011



O tempo fechou na Guiné... As nuvens se aproximam, o vento bate forte, o céu fica preto...

Cuba na bin, cuba na bin!!! (Chuva vem, Chuva vem! A pronuncia é: tchuba na bin).

Isso pode ser bom e ao mesmo tempo ruim!

Quando criança eu morria de medo de trovão, raios e chuva forte. Aqui, já me acostumei. Hoje, a chuva significa benção pra mim.

Ultimamente, em Guiné, parece que a chuva se transformou em um temporal. Tinha me esquecido que chuva também significa: árvores caídas, ruas cheias de água e lixo, acidentes de carro, mar fica revolto e etc.

Mas tem dias, que a chuva traz um refrigério tão grande, traz alegria para os plantadores de arroz e ao mesmo tempo molha e refresca a terra seca.

Não tem chovido só na Guiné-Bissau, tem chovido na minha vida também e não é pouco!.

Dias de temporal, de abalar as estruturas, de ficar mal. Dias de paz, de refrigério, de frescor e de bênçãos!


Que contradição né?

Mas, às vezes parece que a vida é como a nossa mãe: bate e depois faz carinho!

E o tempo chuvoso em Guiné tem me ensinado, a construir minha “casa” sobre a rocha, a andar sobre as águas ou tentar pelo menos. A me abrigar a sombra das asas do Altíssimo. Aprendido a alcançar, apesar de tudo. Tem me ajudado a ver o arco-íris depois do temporal.


Ainda não sabemos quando o tempo de chuva acaba. Se no final de Setembro ou Outubro, mas sei que na minha vida, muita chuva ainda vai cair. Aqui em Guiné, esse período acaba em novembro, dia 20 de novembro (tô indo pro Brasil), mas lá vou pegar as chuvas de verão, depois o inverno e por ai vai.


Meu maior desejo é que eu continue firme! Quando ouvir alguém falar: “Cuba na Bin!” Não vou ter medo dos raios e trovões, das cheias e ondas do mar, porque eu sei em quem tenho crido e sei que posso descansar certa de que, o arco-íris está lá, mesmo que eu ainda não consiga enxergar.

Deus é bom! Um paizão ensinando sua filha a andar de bicicleta!

Obrigada Senhor, por cada arranhão, obrigada por confiar que já posso andar de bicicleta e por isso tem me ensinado e eu só quero crescer!

Ah! Não posso esquecer que, mesmo com a chuva forte ainda podemos nos divertir dançando na chuva. Oásis em meio ao deserto!

Um grande abraço,

Que Deus nos abençoe nessa estação!

Rebeca Marinho Simões

A Igreja Perseguida na Jordânia

08 setembro 2011





A Igreja

Os primeiros cristãos chegaram ao país durante a época dos apóstolos, e seus descendentes resistiram até os dias de hoje, mantidos pelo zeloso clero ortodoxo.

As cidades de Husn, no norte, e Fuheis, perto do Amã, a capital, são predominantemente cristãs. As cidades de Madaba e Karak, ambas ao sul da capital, também têm populações cristãs significantes.


A perseguição

A liberdade religiosa no país piorou entre 2007-2008. O governo abriu casos judiciais contra apóstatas (pessoas que abandonaram o islamismo) e expulsou cerca de 30 obreiros cristãos estrangeiros.

Membros de grupos religiosos não-registrados e ex-muçulmanos sofrem discriminação legal e correm o risco de perder seus direitos civis. Alguns indivíduos, e até famílias inteiras, têm sido ameaçados.

Os tribunais regidos pela sharia (lei islâmica) têm autoridade de processar evangelistas e pessoas que abandonam o islamismo.

Quando um muçulmano se converte ao cristianismo, o ato não é legalmente reconhecido pelas autoridades e o indivíduo continua a ser tratado como muçulmano perante a lei. Os filhos menores de um muçulmano do sexo masculino que se converte ao cristianismo continuam sendo legalmente muçulmanos.

Como o cristianismo é uma religião reconhecida, e os não-muçulmanos podem professar e praticar a fé cristã, as igrejas devem receber reconhecimento legal do governo. Elas precisam dele para ter direito à posse de um terreno, e para ministrar os sacramentos, inclusive o matrimônio. As igrejas e outras instituições religiosas solicitam o registro junto ao primeiro-ministro.

O governo leva em conta os seguintes critérios para reconhecer as igrejas cristãs: a fé não deve contradizer a natureza da Constituição, nem a ética, os costumes, ou as tradições públicas; deve ser reconhecida pelo Conselho de Igrejas do Oriente Médio; não deve se opor à religião nacional; e o grupo deve ter alguns jordanianos como membros. O Governo não interfere no culto público da minoria cristã.

Muhammad Abbad al-Qader Abbad se converteu ao cristianismo há 15 anos. Ele foi acusado de apostasia no dia 28 de março de 2008 perante o Tribunal Islâmico de Aman. Ele e a esposa, Muna, têm dois filhos: Joy, de 11 anos, e Salam, de 9 anos. Em 23 de março, Muhammad e Muna foram atacados e agredidos por fundamentalistas muçulmanos. O filho dele também foi agredido porque tentou proteger o pai.

O pai de Muhammad informou o caso à polícia e pediu custódia das duas crianças do casal. Quando Muhammad foi até a polícia registrar uma reclamação contra os agressores, eles lhe disseram que voltasse no dia seguinte. Pela manhã, quando o cristão voltou à delegacia, foi levado ao escritório do governador para ser questionado sobre sua conversão ao cristianismo. Em seguida, foi enviado para um tribunal da sharia e acusado de apostasia. O pai de Muhammad estava no tribunal e pediu ao juiz lhe concedesse a custódia dos dois netos. Quando Muhammad falou que nunca tinha sido muçulmano porque era ateu antes de se tornar cristão, ele foi condenado à uma semana de prisão por desacato.

Ele foi levado de volta para a delegacia de polícia e de lá foi enviado para a Prisão de Jweideh, em Aman. Por causa da agressão sofrida nos dias anteriores, ele acabou desfalecendo por duas vezes, até que foi levado para um hospital, onde foi algemado à cama. Uma audiência ocorreu no dia 27 de março, mas Muhammad Abbad se recusou a negar sua fé e voltar ao islã.

Os advogados o aconselharam a negar a fé porque Muhammad perderia o caso e a custódia dos filhos no tribunal. Por isso, o casal decidiu fugir do país na sexta-feira, 28 de março. Depois de se esconder em países árabes diferentes por quase duas semanas o casal viajou a um país europeu e encontra-se em asilo.


Motivos de oração

1. A Igreja desfruta de liberdade. Ela está usando essa liberdade para compartilhar sua fé. Ore para que a abertura religiosa continue e seja intensificada pelos meios de comunicação, como os programas de rádio em ondas curtas, por exemplo.

2. A Igreja precisa manter-se sensível ao clima religioso. As oportunidades de testemunho exigem tato e discrição. Ore pela distribuição de literatura e vídeos evangelísticos realizada pelas livrarias, pois este tem sido um trabalho particularmente frutífero.

3. A Igreja sofre com os ataques dos radicais. Alguns ministérios têm sido alvos de atentados com bombas incendiárias e alguns líderes já foram ameaçados de morte. Ore para que os líderes cristãos continuem a compartilhar sua fé com ousadia e para que o governo apoie os cristãos em sua luta contra a perseguição.


LEIA MAIS SOBRE A IGREJA PERSEGUIDA NA JORDÂNIA

Pregue, se necessário, fale!

04 setembro 2011


Jesus disse que qualquer pessoa que se converter, já seria um missionário, seriam testemunhas até os confins da Terra, ou seja, em todos os lugares, em qualquer circunstância.
Quando você aceita  Cristo, você aceita essa missão. Aí vem a questão do testemunho, na rodinha de amigos, na sua família, faculdade, trabalho, colégio, andando na rua, não importa. Você se incomoda em ser diferente dos outros? Você se incomoda em fazer o certo? Você se incomoda em não ser dominado pelo pecado? De ser filho(a) de Deus, salvo, santo, sal e luz da Terra, escolhido, amado(a)? Qual o problema de ser honesto? Qual o problema de saberem disso?
O mundo de hoje passa com a ilusão que coisas ruins são boas, mas a palavra de Deus nunca muda, o que ela diz que é errado, é e ponto final! Não importa o que fulano possa dizer!
Uma frase diz assim: Pregue o evangelho, se necessário, fale!
Nossas ações(testemunho) são mais importantes do que as palavras, de que vale alguém falar que é errado você chingar, e só vive falando palavrões? Essa pessoa não tem moral nenhuma, é o que pensamos.
O interessante é que Jesus disse isso (a missão) aos apóstolos, mas eles só obedeceram realmente no começo das perseguições. Que você possa agir por amor, muita gente espera algo ruim acontecer para se mover.
Nossa missão, como filhos de Deus, é pregar com ações e palavras às pessoas que ainda não o aceitaram, você não precisa necessariamente ir para África ou outros lugares, seu chamado é onde você está. Sua família precisa de você, seus amigos, vizinhos..
Temos que ter testemunho, primeiramente para a nossa própria vida,  nossa comunhão com Deus, que é indispensável, as vidas que impactamos com isso, é consequência e passa a ser nosso propósito. Que a pregação da palavra, seja como um efeito dominó.

"Enquanto você dorme, milhares de pessoas morrem sem conhecer Jesus. E mais, a maioria de vocês nunca ajudaram em merda nenhuma. E o que é pior, você está mais perturbado com o fato de eu ter dito "merda" do que com a notícia de que VIDAS estão morrendo sem conhecer Jesus."

A Igreja Perseguida Em Israel

02 setembro 2011













A Igreja





Os cristãos – católicos ou ortodoxos em sua maioria – formam uma pequena parcela da população, mas sua participação percentual está em crescimento. O número de protestantes é inferior a 10 mil pessoas. A maior concentração de cristãos está entre os árabes palestinos.





A Perseguição





Há liberdade para que os cristãos ministrem o Evangelho dentro de suas próprias comunidades, com exceção feita aos cristãos de origem judaica. Também há liberdade para evangelizar, apesar de existir uma clara reprovação. O governo tem exercido pressão sobre a evangelização, mas até o momento não obteve êxito. Uma importante legislação "antimissionária" foi proposta no final de década de 90, porém não foi aprovada. Muitos judeus vêem os cristãos como destruidores da nação judaica, tanto por causa do Holocausto como devido ao proselitismo, mas há muitos cristãos que apóiam Israel por seu importante papel na profecia bíblica, chegando ao extremo de negar ajuda aos cristãos palestinos.





O número de judeus convertidos ao protestantismo em Israel tem crescido de forma significativa nas duas últimas décadas. Um pastor messiânico afirmou: "Hoje em dia, há cerca de 60 congregações messiânicas em Israel, onde se mantém a língua hebraica. É muito difícil, e às vezes perigoso, alcançar o povo judeu que vive em Israel. No entanto, pouco tempo atrás isso era quase impossível. Com exceção de alguns judeus messiânicos de Eilat, um balneário turístico secular onde um judeu ortodoxo jamais colocaria o pé, ninguém ousava falar abertamente a respeito de Jesus. No entanto, cada vez mais pessoas estão assumindo uma posição corajosa e falando ousadamente do Messias. E o Senhor tem transformado vidas de maneiras muito interessantes."





O pastor relembrou o encontro com Ronit, na praia de Telaviv. "Ele parecia um judeu não praticante. Eu lhe falei sobre Jesus Cristo, mas ele continuava afirmando que não acreditava em mim e que eu estava mentindo. Ele reagiu da mesma forma quando eu li Jeremias 31:31: ‘Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá’. Ele declarou que vinha de uma família ortodoxa e que sabia que minha Bíblia era falsa.





"Então eu disse que aquele texto era parte do Velho Testamento, o mesmo livro que ele lia, mas não havia meio de convencê-lo do contrário. Na língua hebraica, a palavra para aliança é a mesma para testamento e eu percebi que Ronit ficou chocado com a idéia de que Deus havia prometido um "Novo Testamento" na Bíblia judaica. Então eu lhe disse para ir para casa e ler o que estava escrito em sua versão das Escrituras. Mais tarde, ele poderia me procurar para conversarmos mais."





Ronit voltou para sua casa e leu aquele versículo em Jeremias que, obviamente, era exatamente o mesmo. Então perguntou a seu pai, um rabino, o que significava aquela nova aliança sobre a qual Jeremias profetizou. Seu pai deu de ombros e respondeu que não era nada importante, mas apenas algo que iria acontecer no fim dos tempos. Não satisfeito com a resposta do pai, Ronit retrucou que um judeu messiânico dissera que aquele versículo falava sobre Jesus. Ao ouvir isso, seu pai reagiu de forma furiosa: "Nunca mais fale com qualquer um deles!"





No dia seguinte, Ronit procurou o pastor e admitiu que o texto bíblico estava correto, mas fez a seguinte provocação: "Se Jesus é mesmo o Messias, que Ele me dê um emprego, pois estou desempregado há três meses." Assim que o pastor terminou de orar com Ronit, o celular do jovem rapaz tocou. Era o antigo patrão que o havia despedido três meses atrás, pedindo para que Ronit voltasse ao trabalho. Naquele momento, o rapaz aceitou Jesus como o Messias.





Pouco tempo depois, o pai de Ronit o expulsou de casa devido a sua conversão. E alguns cristãos o acolheram. Alguns dias mais tarde, porém, o rabino se deu conta de que havia perdido seu filho e que tudo deveria ser feito para trazê-lo de volta. Assim, o pai ofereceu-lhe um apartamento e enviou muitas pessoas para que o convencessem de que havia tomado uma decisão errada. Entre essas pessoas, havia gente da Yad Lachim, uma organização antimissionária ortodoxa. Essas pessoas também procuraram o pastor e o acusaram de ser nazista.





O pastou ainda relatou: "Veja, se você leva um judeu a Cristo, os demais acham que você está assassinando uma alma judia. Suásticas foram pintadas nas paredes de minha casa, membros de minha congregação foram perseguidos e um jornal ortodoxo publicou um artigo sobre nós repleto de mentiras. Segundo o artigo, nós atraíamos crianças com doces para ir a igreja e, então, as batizávamos. O artigo ainda alertava para que os leitores jamais entrassem em nossa congregação e fornecia nosso endereço em Telaviv.





"Mas o Senhor usou essa publicidade negativa a sua divina maneira. Uma garota de Jerusalém, nascida e criada no seio de uma família ortodoxa, leu o artigo. Há muito tempo ela estava curiosa a respeito do movimento messiânico, porém não sabia como obter mais informações. Ela tomou o ônibus para Telaviv e nos visitou. Agora, ela também é uma de nós."





O Futuro





A participação percentual da igreja em relação à população israelense cresce vagarosamente, principalmente em função dos nascimentos nos lares cristãos. As igrejas judaicas locais e independentes são a exceção, pois agregam centenas de novos convertidos ao rol de membros. Por volta de 2050, é possível que o número de cristãos em Israel corresponda a 25% da população.





Motivos de Oração





1. A igreja desfruta de liberdade para o ministério, porém precisa ser discreta ao evangelizar. Os cristãos podem prestar culto, mas quando as atividades começam a envolver as comunidades de judeus e muçulmanos, elas devem ser realizadas com tato e sem estardalhaço. Ore para que novas formas de evangelismo sejam desenvolvidas.





2. A igreja em Israel sofre forte discriminação. Os judeus que não professam nenhuma religião são mais bem-vindos em Israel do que os messiânicos. Aos cristãos de origem judaica é negada qualquer posição legal como grupo religioso e muitos não recebem vistos ou cidadania. Ore para que eles continuem a ser ousados ao compartilhar sua fé.





3. A igreja sofre com a desinformação da população. Com freqüência, os israelitas vêem os cristãos como perseguidores. Ore para que o Evangelho seja compreendido como o derradeiro cumprimento da herança judaica e para que ocorra um verdadeiro movimento em direção a Cristo no país.





4. A igreja sofre com as constantes guerras. Ataques, bombas e guerras têm sido constantes na vida da igreja. Ore pelo término dos conflitos e pela instauração da paz.





5. A igreja sofre com o preconceito. Muitos cristãos no mundo todo têm ignorado os palestinos em seu auxílio à nação de Israel, embora os muçulmanos palestinos necessitem de salvação tanto quanto os israelitas. Ore para que ocorra um crescente interesse global pelas necessidades do povo palestino e pela pregação do Evangelho entre eles.



LEIA MAIS SOBRE A IGREJA PERSEGUIDA EM ISRAEL







Sexta Missionária 19

26 agosto 2011

Olá pessoal...

Quero compartilhar com vocês um pouco da EBF (Escola Bíblica de Férias), que aconteceu na Igreja Evangélica de Buno 1, onde eu trabalho. Foram 3 dias muito especiais, principalmente pra mim, aprendi muito e vi que o Senhor estava conosco todos os dias. Junto com as meninas da equipe, com a ajuda do Benício (um amigo guineense da igreja que tem sido treinado para assumir a liderança local e que é uma bençao principalmente com as crianças. Graças a Deus pela vida dele!) falamos sobre o pecado e a solução para ele que é Jesus Cristo e 39 crianças aceitaram a Jesus.

Assistam o vídeo e vejam um pouco mais do que aconteceu nesses 3 dias.



Um grande abraço!!!
Rebeca Marinho
 

A Igreja Perseguida no Iêmen











A Igreja



Enquanto o Iêmen estava sob o domínio do Império Romano, o cristianismo se estabeleceu na região, por volta do século IV.



O islamismo chegou à região no ano 630 e o país se tornou um califado. Com o avanço do islamismo, os cristãos foram expulsos.



Atualmente, há cerca de 3 mil cristãos no país, refugiados ou imigrantes na maioria. Na cidade de Aden, um porto ao sul do país existe três igrejas católicas romanas e uma anglicana.



Há pouquíssimos iemenitas convertidos. Eles ainda não estão organizados em uma igreja regular. Muitos deles chegaram ao conhecimento de Jesus Cristo por meio de transmissões radiofônicas. Eles mantêm suas identidades religiosas em sigilo, pois temem o que pode lhes acontecer se forem descobertos.



Missionários e ONGs cristãs afiliadas a grupos de ajuda operam no país, e a maioria deles restringe suas atividades às áreas médica, social e educacional.





A perseguição



A Constituição declara que o islamismo é a religião do Estado e que a sharia é a fonte de toda legislação.



O governo proíbe os não-muçulmanos de evangelizar. Sob o islamismo, na forma como é aplicado no país, a conversão de um muçulmano para outra religião é considerada apostasia, crime punível com a morte.



A perseguição é perpetrada principalmente pela família e sociedade, contra os muçulmanos que abandonam o islamismo.



Bilquis conheceu o evangelho quando ouviu uma rádio cristã. A mensagem tocou seu coração e ela desejou saber mais sobre o cristianismo. Surpreendentemente, ela descobriu que havia uma mulher cristã morando perto de sua casa e elas começaram a estudar a Bíblia juntas. Sua família, porém, suspeitou de seu interesse no cristianismo e a agrediu. Bilquis ainda se encontra com sua vizinha cristã, mas vive sob medo constante. Ela sabe que, se seus familiares descobrirem, será novamente agredida e ficará confinada dentro de sua casa.





Motivos de oração



1. Os iemenitas sofrem por não conhecerem o evangelho. O islamismo já domina o Iêmen por mais de mil anos. Ore para que o evangelho ganhe mais terreno no país.



2. São necessárias formas criativas de levar o evangelho ao Iêmen. Ore pelos cristãos que trabalham no país e têm a chance de testemunhar de forma discreta. Alguns têm obtido êxito em compartilhar as boas novas.



3. A única comunhão de alguns cristãos são os programas das rádios cristãs. Transmissões de rádio têm sido responsáveis por centenas de conversões secretas. Ore pela continuidade da eficácia das rádios e pelo desenvolvimento de métodos que promovam o relacionamento entre os cristãos que mantêm sua fé em sigilo.



4. Muitos convertidos iemenitas sentem-se completamente solitários, ainda que estejam rodeados por seus familiares muçulmanos. A descoberta poderia levar à prisão, condenação e até a morte. No entanto, sem ter ninguém com quem se relacionar, muitos convertidos correm o risco de abandonar o recém-descoberto relacionamento com Cristo.



5. Os lideres do país necessitam de um relacionamento com Jesus Cristo. Ore para que os governantes aprovem e cumpram leis que assegurem a liberdade religiosa, permitindo o livre exercício da religião e a evangelização. Peça pela conversão dos governantes.



LEIA MAIS SOBRE A IGREJA PERSEGUIDA NO IÊMEN







A Igreja Perseguida na Arábia Saudita

18 agosto 2011











A Igreja

De acordo com a tradição, o apóstolo Barnabé foi o primeiro a levar o evangelho à Arábia Saudita. Quando o islamismo chegou à região, já havia uma grande população de cristãos que auxiliou Maomé durante o seu exílio. Quando o islamismo assumiu o controle, no século VII, todos os cristãos foram expulsos. Desde então, nenhuma missão foi autorizada a entrar no país. Atualmente, a maioria dos cristãos no território saudita é constituída de estrangeiros que vivem e trabalham nas bases militares ou para as companhias de petróleo. Há um pequeno grupo de cristãos sauditas não declarados, vivendo sob constante temor de serem descobertos, presos e executados. Eles encaram os novos convertidos não com júbilo, mas com medo e suspeita. Essa atitude impede o crescimento da Igreja. Há convertidos sauditas, mas é extremamente difícil se chegar a um número exato, pois não estão organizados em igrejas, nem em grupos domésticos.



A perseguição


O governo não reconhece legalmente a liberdade religiosa e nem lhe dá proteção. A prática pública de religiões não-muçulmanas é proibida. No que diz respeito à política pública, o governo afirma garantir e proteger os direitos de cultos privados para todos, incluindo não-muçulmanos que se reúnem em casas; no entanto, esse direito não é sempre respeitado na prática e não está definido na lei.
A Arábia Saudita é uma monarquia islâmica sem proteção legal à liberdade de religião. O islamismo é a religião oficial e a lei exige que todos os cidadãos sejam muçulmanos. De acordo com a sharia, a apostasia (abandono do islamismo) é considerada um crime punível com a morte se o acusado não se retratar. O governo proíbe a prática pública de religiões não-muçulmanas. O governo reconhece o direito de cristãos estrangeiros cultuarem em particular. Entretanto, na prática ele nem sempre respeita este direito. As pessoas detidas pela prática do culto não-muçulmano quase sempre são deportadas pelas autoridades, algumas vezes, depois de longos períodos de detenção. Em alguns casos, são também sentenciadas a açoites antes da deportação. Os cristãos que exercem sua fé de modo particular e discreto quase nunca são incomodados. Entretanto, há problemas quando cidadãos se queixam dos cultos realizados pelos vizinhos. Alguns alegam que informantes pagos pelas autoridades se infiltram em seus grupos cristãos particulares. Os não-muçulmanos são rigorosamente proibidos de entrar na cidade sagrada de Meca; os que ultrapassam os limites podem ser mortos. Além disso, os cristãos da Arábia Saudita vivem sob constante risco, isso devido à atuação de radicais islâmicos que podem tentar assassinar os líderes das comunidades cristãs ou infiltrar informantes entre os membros das igrejas. O governo oferece uma recompensa equivalente a um ano de salário - um prêmio tentador para muitos - a qualquer pessoa que denunciar uma reunião cristã. O governo não permite que clérigos não-muçulmanos entrem no país com o propósito de dirigir cultos, apesar de alguns o fazerem em segredo. Tais restrições tornam muito difícil para a maioria dos cristãos manter contato com clérigos e frequentar cultos. O Comitê para Promoção da Virtude e Prevenção do Vício (comumente chamado de "polícia religiosa" ou mutawwa) é uma entidade governamental e seu presidente tem condição ministerial. A mutawwa tem autoridade para deter pessoas, não mais que 24 horas, por violação dos estritos padrões de vestuário e comportamento. Entretanto, às vezes ultrapassam esse limite antes de liberarem os detidos para a polícia. O proselitismo e a distribuição de materiais não-muçulmanos, como Bíblias, são ilegais. As autoridades alfandegárias costumam abrir correspondências e carregamentos à procura de contrabando, incluindo materiais cristãos, como Bíblias e fitas de vídeo. Tais materiais estão sujeitos ao confisco, apesar das normas parecerem aplicar-se arbitrariamente. O governo restringe a liberdade de expressão e de associação, e a imprensa exerce a autocensura com relação a assuntos delicados, como a liberdade de religião. Não há organizações não governamentais independentes que monitorem a liberdade religiosa. A linguagem ofensiva e discriminatória sobre cristãos é vista nos livros-texto das escolas públicas, nos sermões das mesquitas e nos artigos e comentários na imprensa. Em agosto de 2008, Fátima al-Mutairi, a filha de 26 anos de um clérigo muçulmano, foi assassinada por seu irmão em Buraydah, Arábia Saudita, depois que contou à família sobre sua conversão. O contato de Fátima com outros cristãos era limitado a fóruns na internet e conversas telefônicas.



Motivos de oração


1. A Igreja sofre em função das relações pouco amistosas com o islamismo. Ore pelo retorno das boas relações entre os líderes islâmicos e os cristãos, o que permitiria a entrada de mais trabalhadores cristãos no país. 2. Os trabalhadores estrangeiros não podem realizar cultos. No entanto, realizam-se muitas reuniões secretas e clandestinas que o governo finge ignorar. Ore para que as reuniões realizadas por esses pequenos grupos continuem a ser toleradas e sejam uma fonte eficaz de testemunho e comunhão. 3. Os muçulmanos convertidos ao cristianismo são vítimas das piores punições. Um saudita convertido ao cristianismo é considerado um apóstata e pode ser punido com a pena de morte. O rei mantém uma polícia religiosa secreta extremamente comprometida com a manutenção da tradição islâmica. Os muçulmanos que se interessam pelo cristianismo enfrentam severas consequências, entre as quais a mais branda é o completo isolamento de familiares, amigos, colegas de trabalho e da própria sociedade. Ore e peça que Deus dê coragem aos novos convertidos, capacitando-os a enfrentar a perseguição pelo amor ao evangelho. 4. A Igreja não pode evangelizar. A literatura cristã é terminantemente proibida e visitantes não-muçulmanos não podem adentrar os limites da cidade sagrada de Meca sob pena de condenação à morte. 5. Asiáticos cristãos sofrem duras consequências por suas atividades. Cristãos filipinos, em particular, têm sido bem sucedidos em seus testemunhos. Eles chegam ao país para trabalhar em empregos humildes, como cozinheiros e empregados domésticos, e têm conseguido evangelizar seus empregadores com êxito. Ore pela segurança destes trabalhadores asiáticos e pelo sucesso de suas tentativas evangelísticas.



LEIA MAIS SOBRE A IGREJA PERSEGUIDA NA ARÁBIA SAUDITA







Sexta Missionária 18

12 agosto 2011



















Gr
aça e Paz,

Familiares e amigos!



Segue em anexo o informativo 05 da minha equipe com notícias do nosso trabalho aqui em Bissau. Na semana que vem completaremos 6 meses no campo e essa é uma grande vitória. Vocês me conhecem, afinal, só enviei este informativo para os mais chegados, e sabem que realmente foi Senhor que fez e está fazendo a obra em mim minha vida. Glória a Deus!



Estou com muitas saudades de vocês e digo que agora falta bem pouquinho para ver vocês!




Orem por nossa saúde, pois estamos no tempo da chuva, os mosquitos estão atacando mais do que nunca. Fui muito ficada e estou com muitas manchas na perna e no pé. Sei que é errado, mas cocei tanto que abriu feridas. Não consegui me controlar. Mas graças a Deus elas pararam de coçar e já estão cicatrizando. A sullamita está com brotuejas por todo o corpo. É como se ela estivesse com uma alergia ao seu próprio suor. Orem por ela também, pois precisa de um remédio que não encontramos na Guiné. Ele terá de vir do Brasil e é bem caro. A Rose também precisa de remédio. Ela tem lupos e está aqui desde 2009. Nunca teve complicações por causa da doença. Mas seu remédio acabaou e ela está esperando um milagre de Deus para conseguir que o remédio venha do Brasil.



No mais estamos bem e cansadas por causa das semana de EBF.



Teremos 2 semanas de férias e peço oração por isso também. Estamos planejando uma viagem ao Senegal, que fica a 7h de Bissau.
Temos amigos missionários em Dakar, que é a capital do Senegal e ao que tudo indica estaremos indo para lá.



Obrigada por serem meus amigos. Amo vocês!! Saudades gigantes..



Beijo



Deus ku bos!



"Ami na ngaba ña Deus, osana. Ami ta ialsa si nomi. Jova nisi, jova rafa".







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-----x-----



Eu, Gustavo, Pedi a Rebeca os dados da conta dela, pois creio que podemos abençoar a igreja de Buno 1 com ofertas missionárias. Oro pra que o seu coração sinta-se nesta obra e contribua.
Shalom sobre vocês!



Ag: 0595-9
C/C: 19582-0
Banco do Brasil
Rebeca Marinho Simões





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A Igreja Perseguida na Eritreia





A Igreja




Os cristãos são basicamente ortodoxos, e quase inteiramente da etnia tigrinia. As igrejas evangélicas estão crescendo, mas são limitadas em recursos para treinamento e evangelismo.
O medo que o governo tem do extremismo islâmico e dos evangélicos praticamente acabou com projetos e ajuda de ONGs internacionais, e também restringiu a entrada de obreiros cristãos.





A perseguição




Os cristãos estão sofrendo a pior perseguição de toda a história da Eritreia. A Constituição de 1997 provê liberdade religiosa, no entanto, ela ainda não foi implementada. Assim, não é permitida a distribuição de Bíblias no Exército e nas escolas. Desde setembro de 2001, foi suspensa definitivamente toda impressão de materiais religiosos (papeis e livros devocionais ou particulares etc.). Desde maio de 2002, todas as igrejas evangélicas estão fechadas por ordem do governo e precisam de autorização para funcionar. A prática de prender aqueles que se reúnem ou exercem qualquer outra atividade religiosa sem a autorização do governo já causou a prisão de mais de dois mil cristãos. Eles são mantidos em condições desumanas, presos em contêineres de metal ou em celas subterrâneas. Os evangélicos não têm personalidade jurídica e, até agora, os registros para suas igrejas não foram concedidos. Atualmente, a igreja evangélica reúne-se ilegalmente nas casas. O governo controla as escolas que eram cristãs e reluta em registrar outras. Em 2002, o governo do presidente Isaías Afworki fechou as 12 igrejas protestantes independentes da Eritreia, proibindo suas congregações de se reunirem até mesmo em casas. Desde então, pastores, soldados, mulheres, adolescentes, crianças e idosos foram presos quando surpreendidos em uma reunião, lendo a Bíblia e orando em grupos. O estado reconhece somente quatro instituições religiosas "históricas" no país, a saber: o islamismo, e as igrejas ortodoxa, católica e luterana evangélica. Dois líderes chave da Igreja do Evangelho Pleno, uma das maiores denominações pentecostais da Eritreia, foram presos às seis horas da manhã de 23 de maio de 2004, em suas casas, em Asmara. Durante as detenções, os policiais confiscaram as chaves dos gabinetes pastorais, e ameaçaram verbalmente suas esposas. Haile Naizgi, que atualmente trabalha como presidente da Igreja do Evangelho Pleno e o Dr. Kifle Gebremeskel, como presidente da Aliança Evangélica na Eritreia, estão presos em Asmara sem nenhum contato com suas famílias ou visitantes. Na mesma época, uma cantora cristã da Eritreia também foi presa em uma operação do Ministério da Defesa, apesar dela já ter cumprido seu serviço militar e nacional obrigatório. Helen Berhane era membro da Igreja Rema e havia lançado um disco que se tornara popular entre os jovens. Ela não atendeu às exigências de assinar um documento renegando sua fé em Cristo, prometendo não cantar mais, não compartilhar sua fé em Cristo e não realizar quaisquer atividades cristãs na Eritreia. Por conta disso, Helen ficou presa até o início de 2007. Ela saiu do país clandestinamente naquele ano e conseguiu asilo na Dinamarca, onde mora com sua filha. Entre 2008 e 2009, foram registradas as mortes de quatro cristãos nas prisões do país. Azib Simon, 37 anos, morreu de malária no Centro de Treinamento Militar Wi'a em agosto de 2008. Mogos Hagos Kiflom, 37, e Mehari Gebreneguse Asgedom, 42, morreram prisão militar de Mitire. Ambos, em consequência da tortura que sofreram.





Motivos de oração




1. Ore para que as restrições ao trabalho das ONGs estrangeiras sejam suspensas, e que seja mantida a harmonia entre as comunidades étnicas e religiosas. 2. Ore para que os cristãos sejam fervorosos por Jesus e causem um impacto significativo em sua nação e além dela. 3. Ore pelos líderes da Igreja, para que eles tenham sabedoria em pastorear o rebanho. Agradeça ao Senhor pelos líderes e membros fieis. 4. Ore por união entre as denominações cristãs da Eritreia e também pelo seu crescimento espiritual. 5. Ore para que o governo seja correto e justo, e que trate todas as religiões com igualdade e justiça. 6. Ore pelas finanças de cada congregação. Os líderes precisam ser pagos, templos precisam ser mantidos e eles têm uma grande responsabilidade de cuidar das famílias dos membros que estão no serviço militar.









LEIA MAIS SOBRE A ERITREIA





Sexta Missionária 17

05 agosto 2011


Olá pessoal! Como estão?
Hoje vou falar sobre a segunda semana de EBF (Escola Bíblica de Férias) que aconteceu do dia 25 ao 29 de julho.
Essa semana foi bem mais tranqüila pois trabalhamos juntos a uma equipe do Brasil que veio do Recife com o projeto João3:16. Sob a direção do pastor Alan, uma equipe de 10 pessoas nos ajudou e trouxe do Brasil toda a EBF montada, com o tema A descoberta de um tesouro perdido.
Todos os dias fazíamos um teatrinho, eu fui uma das piratas, meu nome era Marujo Deixa-pra-mais-tarde e minha função era fazer com que o menino que esteja a estudar um mapa para encontrar o tesouro (a Bíblia) colocasse em primeiro lugar as suas obrigações, o sono e deixasse sempre pra depois a procura pelo tesouro.

Foi um desafio e tanto para mim, encenar não é minha praia, mas, consegui (confesso que quase chorei). Teve o Senhor Pecado, Almirante incredulidade, Capitão Não-posso, Senhor das trevas e Senhor da Luz.
Foi muito interessante. Não só as crianças aprenderam, mas falou muito comigo também e como me vi na vida daquele menino. Quantas vezes, o pecado, a falta de fé, a incapacidade nos tiram do alvo e nos impedem de encontrar e estar com o maior tesouro que existe.

Assistimos filmes juntos, aprendemos novas musicas, aprendemos com a equipe e também vi os frutos da primeira semana.
Foi uma semana muito boa! Cada lição tinha haver com a importância da palavra de Deus e como ela mudou a vida de alguém ou do povo na época. Falamos de Josias, Jeremias, Daniel e outros.
Enfim, terminamos na sexta, entregamos os certificados, fizemos as apresentações de cada turma e já sentia o gostinho de saudade. No domingo as crianças apresentaram no culto e fechamos com chave de outro esse tempo!


Agora, estamos nos preparando para a nova EBF. Acontecerá do dia 5 a 7 de agosto.
Ah! Vem novidades por aí, só não posso contar ainda...rs


Mais fotos:

DEUS ABENÇOE
SAUDADE DO NOSSO BRASIL!!!
Rebeca Marinho Simões.

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Eu, Gustavo, Pedi a Rebeca os dados da conta dela, pois creio que podemos abençoar a igreja de Buno 1 com ofertas missionárias. Oro pra que o seu coração sinta-se nesta obra e contribua.
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A igreja Perseguida no Egito






A Igreja
O cristianismo chegou ao Egito logo no 1º século a.C.. Segundo a tradição, foi o apóstolo Marcos que fundou a Igreja de Alexandria. Muitos movimentos cristãos importantes surgiram no Egito em anos posteriores. O islamismo só chegou ao país séculos depois, e conversões em massa fizeram dele a religião principal. O cristianismo abrange em torno de 11% da população e sua participação percentual está crescendo lentamente, em função dos nascimentos em lares cristãos. A cada ano, o contingente cristão sofre baixas devido à emigração e à conversão ao islamismo. A Igreja evangélica começou há 150 anos, e é ativa na implantação de igrejas e na área da educação e da saúde.

A perseguição

Embora os cristãos tenham liberdade religiosa, estão sujeitos à discriminação por parte da sociedade e de representantes do governo.
Certo líder cristão afirmou: "A situação que vejo a meu redor frequentemente me entristece. Em minha cidade, que costumava ser inteiramente cristã, o quadro piora diariamente. A maioria da população tornou-se muçulmana e muitos cristãos saíram do país ou foram para cidades maiores. Aqueles que permaneceram vivem geralmente em estado de extrema pobreza." "Existem muitas pessoas que se autodenominam cristãs, mas dificilmente sabem alguma coisa sobre Cristo. A maioria não possui Bíblia e tampouco treinamento. É muito fácil os cristãos serem influenciados pelas doutrinas islâmicas e renunciarem à fé cristã, às vezes estimulados por ganhos materiais." "O mandamento de Deus para nós aqui, ao norte do Egito, é "fortalecer os fracos, trazer de volta os desgarrados e buscar os perdidos", ou seja, cuidar de seu rebanho. Tentamos fazer isso de diversas formas. Em primeiro lugar, por meio de nossas aulas de alfabetização. Esse é um trabalho muito eficaz que tem levado muitos a conhecerem Jesus Cristo. Em segundo lugar, iniciamos um novo sistema de cursos bíblicos por correspondência. Com a falta de pastores em muitas igrejas, também iniciamos um programa de treinamento para líderes leigos que possam assumir a responsabilidade por suas respectivas comunidades. O treinamento desses jovens da região é a chave não somente para a sobrevivência da Igreja, mas também para seu crescimento e expansão. Além disso, estamos estabelecendo grupos de estudo bíblico. Vamos de aldeia em aldeia, formamos pequenos grupos e semanalmente estudamos a Bíblia e cantamos na casa de um dos integrantes." "Pelo fato de as garotas adolescentes formarem um grupo vulnerável em nossa sociedade, temos organizado conferências regulares para elas, nas quais abordamos temas como a dinâmica do casamento cristão, doutrinas básicas da fé, e como lidar com o medo. Elas correm o risco de serem estupradas por garotos muçulmanos e, de certa forma, obrigadas a se casar com eles". Esse líder cristão ainda revela que ele e outros cristãos das áreas rurais são perseguidos e ameaçados com frequência. Opositores já mandaram cães ferozes atacá-los e locais de reunião já foram incendiados. Ele ainda relata: "Às vezes, as atividades e pressões me afetam. Outro dia, a polícia me convocou para um interrogatório e queria saber por onde eu havia andado. Ainda por cima, alguns membros de minha família tentaram me convencer a emigrar para a Austrália. Devo confessar que considerei seriamente a questão! Minha saúde está abalada, o fardo é pesado e a caminhada é difícil. Mas o Senhor gentilmente me lembrou do Salmo 126.5: "Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão". Perguntei a Deus se outra pessoa poderia chorar minhas lágrimas por algum tempo". A luta dos ex-muçulmanos Os muçulmanos que se convertem sofrem severa perseguição também. Eles podem ser marginalizados pela sociedade, presos, torturados e até mortos. Tudo isso acontece, em primeiro lugar, porque o governo não reconhece a conversão de muçulmanos para outra religião. Embora vários muçulmanos se convertam ao cristianismo a cada ano, o estigma social de deixar o islã força a maioria a esconder a decisão. A designação religiosa de "muçulmano" na identidade obriga que eles tenham uma vida dupla. São obrigados a se casar segundo a sharia (lei islâmica) e suas crianças têm de receber instrução religiosa islâmica na escola. Em agosto de 2008, um jovem egípcio que se converteu do islã ao cristianismo apresentou um requerimento judicial para que as autoridades reconhecessem sua nova religião. Mohammed Ahmed Hegazi, de 25 anos, levou a sua reivindicação ao Tribunal Administrativo do Cairo. Hegazi abraçou o cristianismo em 1999. Ele é casado e sua mulher também deixou de ser muçulmana para se tornar cristã. Mesmo assim, os dois tiveram de se casar segundo os ritos prescritos pela religião islâmica, que consta dos seus documentos de identificação. Mais tarde, os dois se casaram em uma igreja cristã. Além disso, Hegazi também gostaria que seus dois filhos fossem registrados como cristãos. O juiz Muhammad Husseini disse, em um veredicto de 29 de janeiro de 2008, que é contra a lei islâmica um muçulmano deixar o islã, e, por isso, negou o pedido de mudança de status religioso de Hegazy em seu documento de identidade. "O juiz disse que ele poderia ter a crença que quisesse no coração, mas no papel não poderia se converter", contou um dos representantes legais de Hegazy à agência de notícia Compass. A decisão do juiz Husseini foi fundamentada no Artigo II da Constituição Egípcia que faz da sharia, a base para a lei egípcia. Apesar da decisão, Hegazy ainda planeja apelar da decisão, ou, se possível, abrir um novo caso. Sua esposa, Zeinab, planeja ir à Corte pedir o seu registro como cristã. Ameaças de morte forçaram o casal, que teve uma filha em janeiro de 2008, a se esconder desde que o caso ganhou as manchetes dos jornais em agosto de 2007.

Motivos de oração
1. A Igreja beneficia-se de sua tradição. Ore para que os muçulmanos respeitem as antigas raízes da Igreja local. Ore também para que a liberdade de culto seja mantida e a liberdade de evangelização aumente.
2. Os novos convertidos enfrentam uma grande perseguição social. Ore por aqueles que deixaram a fé islâmica a fim de abraçar o cristianismo. Estes cristãos enfrentam muitas pressões e ameaças da sociedade e são frequentemente obrigados a conviver com a solidão e o perigo constante.

3. Os cristãos sofrem com os problemas econômicos do Egito. Ore para que os cristãos descubram meios de servir ao Egito e apresentem soluções aos problemas do país. Ore ainda para que os ocidentais também encontrem formas de ajudar a região.


LEIA MAIS SOBRE A IGREJA NO EGITO

Sexta Missionária 16

29 julho 2011


Olá galera!!!

Estou feliz... bem feliz... porque Ele me ama, como me AMA!!! E esse amor é maior do que qualquer coisa que me aflige ou me faça feliz. Ele me ama e ponto final! Ele te ama e ponto! Eu estou feliz por isso e espero que essa notícia te alegre também!

Hoje quero falar sobre a EBF (Escola Bíblica de Férias). Foram duas semanas de muito trabalho na Igreja Evangélica Central: tempo de aprendizado e também alegria por estar servindo as crianças daquela igreja.

Cada uma de nós ficou responsável por uma classe. Fiquei com os alunos de 7 a 9 anos, uma turma pequena, o máximo que chegamos foram 24 alunos, isso foi muito bom, porque além de conhecer cada um deles melhor, fica mais fácil ensinar.

O tema da EBF foi: Aprendendo com fé e amor os ensinamentos de Jesus. A divisa está em II Tm 1: 13 e 14.

A pedido da líder da EBD da igreja, o foco da EBF era promover um desejo nas crianças de ter um tempo devocional, de conhecer melhor a Bíblia em todo o seu conteúdo. Por isso, trabalhei cada dia com um tema diferente. Esses foram os temas:

· O valor da Bíblia;

· História de Timóteo (O prazer de aprender a palavra de Deus);

· Comportamento e reverência quando ouvimos a Palavra de Deus;

· Cultuando junto à família;

· Aprendendo com Jesus a orar;

· Devocional individual e o valor do culto e comunhão;

· História do Batmão (o menino que batia mão com o pecado);

· Praticando com fé e amor os ensinamentos de Jesus.

Dividimos a sala em dois grupos, os Guerreiros da Selva e Leões. As próprias crianças escolheram os nomes (Risos). Para incentivar, todas as atividades valiam ponto. Levar a Bíblia para as aulas, decorar os versículos de cada lição, comportamento, fazer as atividades, além da gincana onde tínhamos um momento para brincar e também colocar em pratica o que aprendeu na aula.

Foi um tempo maravilhoso! Fizemos de tudo, aprendemos uma musica nova, dançamos, tomamos chuva, acordamos bem cedo para completar material que faltava, gastamos muito dinheiro, rimos com as apresentações deles, brincamos juntos. Foram tantas experiências novas e que me ensinaram tantas coisas. Junto com a equipe ou na igreja com as crianças, todo esse tempo se resume a: CRESCIMENTO.

Termino esse tempo com uma certeza que de, com dedicação o trabalho pode ser bem feito. Graças a Deus não deixamos tudo para ultima hora, montamos o esqueleto e pensamos no tema e nas lições com um mês de antecedência e o material começou a ser montado com mais de 2 semanas antes de começar. Só ficaram poucas coisas para os últimos dias e isso me alegrou muito mesmo!

Graças a Deus mesmo, tudo correu muito bem na primeira semana. Conseguimos distribuir as horas e as atividades de forma que as crianças realmente aprenderam.

Sei que em cada coração sementinhas foram plantadas e, hoje mesmo lendo um livro que fala sobre o dom e o fruto, fiquei me perguntando, quais são os frutos desse trabalho? Logo percebi que as essas crianças serão árvores frutíferas, não por causa de mim, pelo contrario, mas, por causa do Senhor que as separou desde tão novas para ouvir a Palavra e se preparar para serem grandes homens e mulheres de Deus, como Timóteo e outros foram. É nisso que eu acredito! Depois desse tempo, eu saio com mais certeza de que são esses garotos e garotas que o Senhor vai usar e já está usando em Guiné Bissau.

Que privilégio participar, poder ensinar e aprender com eles nesse tempo.

Com certeza, esse é o maior presente do Senhor pra mim...

Que Deus abençoe a cada um deles, meninos e meninas que eu nunca vou esquecer, que de alguma forma me marcaram e que mesmo quando cansada, triste ou com vontade de sair correndo, me mostravam que vale sempre a pena.

Dedico esse post ao Samuel, Buasni, Edi, Daniel, Mídana, Antônio, Biokme, Sara, Carem, Carí, Sandra, Nazaré, Elizandra, Hepa El-Graça, Eliana, Raiana, Mª Amélia, Júnior, Sirem, Ivandra, Tainá, ao Jack e Adélio, a todos que eu conheci de outras turmas e também aqueles que foram apenas um dia. Sei que um dia serão vocês que estarão ensinando a criança no caminho ao qual ela deve andar, porque vocês já terão crescido e não vão ter se desviado dele!

Bom galera, para saber mais sobre a segunda semana de EBF, aguarde até semana que vem... até lá fiquem com algumas fotos! Ah! Não se esqueça de orar por essas crianças, tá bom?

Deus os abençoe!

Rebeca Marinho Simões


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