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SINTONIA

15 abril 2011

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(Uma história de John Wimber)

John White é canadense, psiquiatra, conferencista e autor de vários livros, muitos deles editado no Brasil pela ABU. É dele o testemunho abaixo, publicado em “Quando o Espírito vem com poder”, da ABU.

“Num domingo, dia 16 de fevereiro de 1986, ouvi um homem da Irlanda do Norte falar no culto da noite da Comunidade Vineyard, em Anaheim. Com poucas e breves palavras ele descreveu a terrível situação que seu país enfrentava e expressou a esperança de que Deus viria despertar e usar a igreja da Irlanda do Norte para impedir uma tragédia. Nós nos dividimos em pequenos grupos para orar brevemente, depois do que John Wimber deu início à mensagem daquela noite. Ele tinha proferido apenas poucas palavras quando parou e disse:

- Creio que o Espírito Santo quer compartilhar conosco o coração de Deus para com a Irlanda do Norte.

Por alguns momentos houve silêncio. Então pôde ser ouvido o som de choros abafados por todo o auditório.

Observei e prestei atenção com o interesse de um psiquiatra. De repente, e para minha grande surpresa, soluços começaram a subir do fundo do meu ser. Eu os reprimi, e ao esforçar-me nesse sentido os meus ombros e o meu peito começaram a tremer. Por um momento eu não sabia o que pensar. Então percebi que tinha que parar de ser naquela hora um psiquiatra, e começar a interceder pela Irlanda e pelo povo de Deus lá, e logo me vi (em meio a soluços abafados) clamando silenciosamente a Deus por sua misericórdia para com aquele país infeliz. Por que isso aconteceu comigo justo naquela hora?

Enquanto choravam e oravam, John Wimber nada fez para explorar a situação, mas permaneceu calado por vários minutos. Então ele orou: “Agora, Senhor, concede a teus servos um espírito de paz!” Em menos de um minuto todo choro tinha cessado, e sem maiores comentários Wimber prosseguiu com a sua exposição. Nem o choro, nem a cessação do choro foram produzidos pelo pregador. Wimber não fez menção alguma a chorar, e permaneceu em silêncio durante todo o tempo que isso acontecia. Deus tinha por algum tempo compartilhado o seu coração com o seu povo”


FONTE: VINEYARD

Switchfoot – Always

11 abril 2011

Always. Nova música do Switchfoot. Faixa do último CD dos caras, Hello Hurricane.

Música, linda, pura e simples.




Fonte: VINEYARD

Uma semana de vitórias próces

A MULHER Invizivel

08 abril 2011




FONTE: VINEYARD

A RESPOSTA DE PEDRO E A CANÇÃO DE PAULO

23 março 2011

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Ana Paula(Vineyard café) Adaptado


Após a multiplicação de Paes e peixes Jesus e os discípulos decidem voltar pra casa de barco e os esquecidos dos discípulos esquecem de levar pão, como se nada tivesse acontecido antes, eles começam a se preocupar, e se perguntar o que fariam, Jesus, conhecendo o coração deles, simplesmente não acredita que depois de haverem vivido dois milagres de multiplicação, eles ainda duvidem (ta se identificando? Eu também),,,Bom, pra resumir um pouco a história, mais tarde João conta que Jesus explicava aos discípulos que Ele era o pão da vida, diferente do pão que ele lhes havia multiplicado, diferente do maná no deserto, e que os discípulos deveriam encontrar Nele o verdadeiro pão para saciar sua fome, “Dura é essa Palavra” rosnaram alguns que O seguiam, e se foram, desistiram… Quem sabe pensavam: Deixa ver se entendi, Ele quer dizer que não posso buscar só os milagres? Que Ele é o principal? que nem sempre haverá uma super multiplicação? Em nossos dias diriam: Quer dizer que nem sempre minha conta bancaria vai estar cheia? Que nem sempre vou poder comer a comidinha da mamãe? Quer dizer que Ele é mais importante que meu sucesso e minha prosperidade?

Sim, essa Palavra era dura para eles, e é dura para essa geração…

Jesus sentiu a dor da perda, quando viu alguns darem as costas e saírem… e essa é a dor que percebemos em Suas palavras quando Ele diz aos discípulos: Vocês também querem ir? Vocês também vão me deixar?Vocês são como eles, que me buscavam somente pelo que eu posso fazer por vocês? Felizmente Pedro lhe dá uma resposta, que pra mim, é o versículo mais lindo da Bíblia: ” Para quem iremos nós? Só Tu tens as palavras de vida eterna” ( Jo 6: 68)… Creio que essas palavras geraram calma ao coração do Messias, Ele sabia que Pedro não tinha mesmo pra quem ir, que ele ( assim como nós) eram um pobre coitado, e que sem Ele nada poderia fazer, mas saber que ele havia entendido aquilo, foi bom demais pro coração de Jesus.

Vou encerrar contando a Historia que ouvi numa pregação um dia desses: Conta-se que Paul Young, na China… Havia sido chamado por Deus para evangelizar este pais, em pouco tempo tinha consigo muitos seguidores e um grande apoio a sua missão, mas chegou um tempo em que tudo se tornou mais difícil, a perseguição começou para eles, suas mulheres foram seqüestradas e um dia eles tiveram que fugir para nao serem mortos… Neste dia estavam em um lugar deserto, e fazia muito frio, eles estavam cansados, com fome e não tinham para onde ir… o silêncio pairava, e todos estavam sem suas famílias, de repente de um a um, começaram a dizer: Não agüento mais, vou desistir, isso é duro demais pra mim… Paul pensou um minuto e respondeu: Se vocês quiserem ir, podem ir… vocês não são obrigados a estar aqui.. novamente o silencio que nao parecia ter fim… é interrompido por uma canção que brotou do coração do Deus naquele dia, Paul começou a cantar baixinho: Estou seguindo… a Jesus Cristo… Desse Caminho, eu não desisto, estou seguindo… a Jesus Cristo, atrás não volto.. Não volto não!

Sei que escrevi muito e quem sabe você esteja com muitas coisas para fazer hoje, mas peço que você considere essa mensagem, nem sempre os milagres vão acontecer, nem sempre vão haver curas e igrejas lotadas, sempre vai ser agradável seguir ao mestre… E quando tudo for mais difícil do que você imaginava e pensar que já não conseguirá seguir esse Caminho, quando tudo parecer perdido e você pensar que é duro demais ser cristão, Lembre-se das palavras de Pedro, e da musica de Paul… Você não tem para quem ir, você não tem outro caminho, ninguém mais nesse mundo comprou com o próprio sangue sua vida eterna… Siga a Jesus Cristo! Não desista Desse caminho, não volte pra traz, não volte não!

OUVINDO DEUS

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Já faz muito tempo que eu não escrevo um texto sobre a interferência de Deus na minha vida, tipo um chacoalhão que a gente leva de vez em quando, que significa: “Ei, olha em volta, tem mais no mundo: mais gente, mais problemas, mais… além de você e sua vida”. Pois é, talvez, porque Deus não estava me chacoalhando já fazia um tempão – ou estava, mas eu já tava tão sacudida que nem sentia!

Uma vez por mês, eu e minha mãe saímos juntas pra fazer compras, almoçar, conversar, passear pela cidade e, nessa vez em específico, ela fez uma listinha de afazeres. Uma dessas coisas era comprar panos de prato. Fomos em uma loja de artigos para cama/mesa/banho e compramos uns dez.

Saímos da loja, andamos, entramos em outras, compramos, carregamos sacolas e cansamos, resolvemos tomar uma água de coco. No caminho tinha uma senhora com algum problema de saúde que resultava em uma enorme bola no pescoço e, ela estava vendendo panos de prato, com uma criança e uma mulher grávida.

Enquanto a gente desviava dela para passar pela calçada ela disse:

“Compra um paninho de prato pra me ajudar a fazer um exame”.

Eu olhei pra cara da minha mãe e disse: “Se você tivesse visto ela, tinha comprado os dez”. daí pensei: quem compra dez, compra quinze, e emendei a frase: “Compra dela também mãe”.

Enquanto a mulher grávida mostrava as opções para minha mãe, eu puxei conversa com a senhora, e ela disse que estava juntando dinheiro para fazer exame e comprar uma cesta básica. Na hora eu me senti impedida de sair andando e ir embora, deixando com aquela senhora apenas um “obrigado”. Falei pra ela que na segunda eu traria uma cesta básica para ela, se ela estivesse no mesmo lugar.

Isso aconteceu às 11 horas da manhã de um sábado, e ela disse que seu pudesse trazer no mesmo dia, mesmo que fosse a noite, ela esperaria até eu voltar. Diante disso, era impossível eu fazer o básico, afinal cesta básica é BÁSICA!, qualquer pessoa pode dar, mais: ouvir uma mendiga doente, num sábado de compras, não seria nem imaginável, se não fosse vontade e chacoalhão de Deus.

Minha mão já tinha pago e tava me chamando pra ir embora e eu tinha prometido que segunda-feira voltava com a cesta.

Fui andando, no caminho pra casa e uma voz na minha cabeça dizia: “Isso não é tudo que você pode fazer e você sabe disso!”. Consciência ou não, aquela voz estava certa e, eu dei meia volta e entrei no supermercado. Saí pegando arroz, feijão, macarrão, enfim, tudo pra uma cesta básica, e coloquei no meio a minha vergonha diante do tempo que eu não senti o chacoalhão de Deus, minha compaixão por aquela mulher, minha fé de que aquela comida seria bem aproveitada e não trocada por drogas. Paguei e pedi uma caixa de papelão pra poder levar até onde ela estava.

Saí do supermercado com a cesta na mão e andei 2 quarteirões segurando mais de 20 quilos de comida. Deus, como estava pesado! Mas eu só queria chegar logo, não pelo alívio dos meus braços, mas pela vontade de ver a cara da senhora quando eu dissesse que era pra ela, e que Deus me mandou entregar. Eu tava tão ansiosa por isso, que já não sentia mais o peso. Quando eu me abaixei e deixei a caixa ao lado dela, ela ficou tão alegre que não parava de agradecer. Fez isso por uns 10 minutos, e eu pude ver que a cesta não era tão básica assim, e tenho certeza que ela concordou comigo.

Pra ela aquilo era comida, alimento fisco, sustento, paz por alguns dias. Pra mim, era obediência, alimento espiritual, missão cumprida, o primeiro passo pro caminho de volta.

Depois disso, dessa demonstração de “saudade” de Deus comigo, a única coisa que eu espero e vou tentar com toda força é estar mais participativa aos chacoalhões de Deus, e isso exige que eu pare, que eu gaste tempo em silencio e que escute o que Deus diz sem usar palavras.

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Vineyard Café

Só esboço

21 março 2011

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Por: Milton Paulo

(Adaptado)



Em João 17. 1-9, vemos a última semana de Jesus na terra.

Jesus REVELA o amor do Pai

Jesus termina o trabalho que Deus dá (obediência)

Algumas coisas ficam claras nas palavras de Jesus:

Precisamos da ajuda de Deus o tempo todo e em tudo!

Porque na verdade, é tudo sobre ver o enviado de Deus:

Jesus veio fazer visível o Deus invisível

Jesus foi amigo de pecadores

Jesus foi enviado ao mundo

Jesus tinha o amor do Pai;

Jesus tinha o poder do Pai

Jesus tinha a autoridade do Pai

E Jesus viu o povo com compaixão. Ele veio servir e não ser servido. Em todo o tempo, Jesus só fez o que fez porque estava ouvindo o Pai.

E entre muitas possibilidades, proponho aqui, três prioridades do Reino:

  1. Nos mantermos em relacionamento com o Pai;
  2. Nos mantermos atentos a revelação do Espírito Santo do que o Pai está fazendo;
  3. Não fazermos isso sem a ajuda do céu;

A igreja é a revelação de Deus na Terra;

O mundo precisa nos ver, porque se eles não nos virem, não verão a Cristo;

Devemos prover encontros divinos e sobrenaturais;

Deus está enviando pessoas em nossa direção.


FONTE: Vineyard Café

VALORES Vs MOMENTOSV

13 março 2011

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Por: Amanda Magnino

(Vineyard Café)

Não é tão difícil entender porque valores não é sinônimo de moralismo.
Eu sempre tive meus princípios, valores e a palavra de Deus gaurdados comigo e por muito tempo achava que eu conseguiria mante-los intocáveis. Coisa que não é impossível, mas eu não consegui.
Princípios, valores e a palavra de Deus são eternos, momentos são passageiros e por esse motivo é burrice negociar as únicas coisas que de fato tem valor na sua vida, independente de época, idade ou situação.
Momentos, sentimentos, relacionamentos, são passageiros e vulneráveis e estão sujeitos a mudanças a qualquer momento, diferente dos princípios que são imutáveis.
A partir do momento que você abre mão do que é eterno para realizar o momentâneo uma hora ou outra vai vir junto um arrependimento fulminante.
Arrependimento é virtude, mas as vezes vem acompanhado de dor de cabeça, gastrite e uma sensação de não se perdoar terrível, ainda que você saiba que Deus sempre te perdoa.
A falta de auto-perdão é um dos maiores martírios e uma das maiores dores que um ser humano pode sentir. Reconhecer uma burrice, reconhecer que foi negociado algo de muito valor por uma coisa tão barata e passageira é muito dolorido.
Por mais que no momento você se sinta bem com o que o momentâneo aparentemente te oferece e te conforta, quando o momento passar, não vai sobrar nada, só o arrependimento e algumas lições de vida acompanhada de cicatrizes.
E nem sempre precisa de cicatrizes pra aprender alguma coisa.
Acredite que olhar pra trás e falar “já era”, nem sempre é tão agradável.
Se você quebra um diamante, você pode até junta-lo novamente e forma-lo outra vez, mas ele nunca mais vai ser igual, as rachaduras vão ficar lá pra sempre, visíveis e irreversíveis.

Nunca negocie seus valores. Princípios são eternos, momentos são passageiros.

ESTRANHO BEM

12 março 2011


Por que as pessoas estranham o bem?

Hoje pela manhã, passei em um Supermercado para comprar algumas frutas.
Fui ao caixa para pagar.
Total da compra R$7,00. Entreguei para a moça do caixa duas notas de R$ 5,00, total de R$ 10,00. Troco R$ 3,00.
Ela conversava com outra moça, provavelmente fiscal de caixa. Desatenta, ela devolveu-me R$ 13,00 de troco quando na verdade deveria devolver apenas R$ 3,00.
E eu, muito mais desatento que ela, peguei o troco e nem me toquei. Tudo empacotado, hora de ir embora. Quando cheguei na porta do mercado, resolvi conferir o troco, e então percebi a confusão.
A verdade é, na hora você até pensa: azar o dela, quem mandou não prestar a atenção. Mas não consigo ser assim, por mais que pense.
Ainda mais sabendo que aquele dinheiro sairia do bolso dela.
Então voltei até o caixa, ela já atendia outra pessoa.
Disse: Moça, você me deu o troco errado. Devolveu R$ 10,00 a mais. Estendi a mão devolvendo a grana.
Ela congelou.
Disse que não, que deu o troco certo, que eu havia lhe dado R$ 20,00; Eu insisti que não.
Então, após alguns segundos de silencio, engasgada ela disse em um tom de muita surpresa: nossa, obrigado moço. Nem todo mundo faz isso. Devolvi seu dinheiro e recebi um sorrisão em troca.

Sai de lá pensando: Por que as pessoas se espantam tanto quando alguém lhe faz algo de bom?

Por que o bem espanta tanto, quando deveria ser o contrario?

Talvez por que o mal esteja tão encravado em nossa sociedade, em nossa vida que nada mais nos espante a não ser: o bem.

Não importa o tamanho da situação, não importa o quanto tentador é, tente sempre fazer o bem, e surpreenda aqueles que infelizmente já se acostumaram com uma vida desfocada pelo mal.

Continue acreditando: o bem existe!

Fonte: Vineyardcafe


ÍCONE PERFEITO

11 março 2011

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Por: amanda magnino

(Vineyard Café)

Eu não costumo admirar pessoas que se mostram perfeitas em mais de 90% do tempo.
Não acredito em um evangelho de mar de rosas e muitos dos meus grandes inspiradores são tão imperfeitos.
Porque insistimos em adorar ícones de perfeição? Nós nunca vamos chegar a esse ponto.
Escolhi Jesus Cristo como meu único ídolo porque foi o único que conseguiu chegar a perfeição sem ter a vida perfeita pregada com sorrisos falsos abundantes. E não creio que vai ter mais alguém que consiga realizar tal proeza.
Buscar viver como Cristo não é sinonimo de não ter problemas e viver uma vida de novela, é conseguir sobressair sobre os problemas com dignidade. Viver como Cristo não é ter sorrisos de propaganda de margarina, é sorrir em meio a lágrimas, quando alguém te trai com um beijo ou te nega e crucifica.
O Jesus Cristo que eu conheço chorou, sofreu, foi traído, não era rico e não vivia uma vida semelhante a algumas figuras conhecidas da fé da TV.
Enquanto eu ainda não consigo chegar a estatura de Cristo, eu vejo que minhas dificuldades e falta de sorrisos 24hs não são uma anomalia.
Eu não quero ser um ícone perfeito, eu quero ser uma pessoa normal que consegue viver mesmo em meio á imperfeição.
Não queiram me ver como uma pessoa perfeita, porque eu não sou.
Descobri que tenho limitações e a importância de saber que elas existem e estão ali. Um grande erro é achar que devemos ignora-las, parar de pensar quando nos lembramos delas e ficar com medo, o certo é encarar e saber até onde podemos avançar e caso já tenhamos avançado, como lutar contra e se perdemos a luta, como levantar.
Reconhecer limitações é uma virtude necessária, não espere cair nas suas próprias armadilhas pra reconhece-las.
Eu quero olhar pra ícones imperfeitos e ver que eu sou normal, eu quero ser um ícone imperfeito que tenta viver como o único ícone perfeito viveu.

 
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