Alegria completa
Alegria
17:50 Hora da janta (post 05)
A alegria é o segundo fruto do espirito, o que deixa bem evidente para nós que é possível tê-la de modo fácil, ou seja, é uma característica que dependendo da circunstancia não exige de nossa parte esforço algum para adquiri-la.
A alegria é o estado de exultação, de felicidade mútua que uma pessoa pode sentir por alguma razão. em 1 Timóteo 1:11, a bíblia identifica Deus como sendo um ser feliz, o que nos dá a ideia de que, sendo ele o criador e querendo ele apenas o nosso bem, com certeza seu desejo é que nós também sejamos felizes, ou alegres.
A verdadeira alegria é um qualidade de nosso coração, um estado de espirito, e pode influir de modo benéfico em nosso corpo. Em Provérbios 17:22, fala que o coração alegre faz bem, como que cura.
Está ai um importante motivo para termos alegria em nosso dia-a-dia.
Podemos começar por sermos gratos. Sim, as criticas com outros ou com nós mesmos faz-nos perder a auto-estima, e por consequência a alegria. Muitas pessoas sofrem com um estado de espirito triste, rancoroso, entre outras coisas prejudiciais até mesmo para a saúde.
É importante que nos empenhemos em ter e demonstrar alegria, pois um simples sorriso pode curar o interior sem nem precisar acrescentar palavra alguma.
O que a felicidade não é
Por: Elben M. Lenz César
A ideia errônea do que seja a verdadeira felicidade pode vir a ser a principal causa da infelicidade. A pessoa mal informada buscará um estado de contentamento inexistente, quando não impossível. A influência da literatura ingênua e o apego à preguiça tornam muitas pessoas presas fáceis de uma felicidade que ninguém alcança. Convém, pois, apontar o que a felicidade não é, deixando claro, por eliminação, o que ela é.
A felicidade não tem ligação com a ausência de embaraços, dificuldades, imprevistos, oposição ou embates. Antes, a presença destas coisas exercita e valoriza a vida. Muitas vezes quebram a rotina e servem de degraus para posições mais altas.
A felicidade não depende de circunstâncias favoráveis. Se fosse circunstancial, ela sofreria duros golpes, deixando-nos, sem mais nem menos, na mão. Seria instável, transitória, incerta. A felicidade deve apoiar-se sobre base mais profunda, para não estar sujeita a fatores que nem sempre estão sob o controle humano.
A felicidade não é resultado da satisfação de todo desejo do coração. Os nossos desejos frequentes são contraditórios e surgem de fontes opostas entre si. Qualquer pessoa descobre que a não satisfação de certos desejos, conquanto fortes e audaciosos, resulta em extraordinária felicidade. Há muito tempo, o rei Jorge V, morto em 1936, declarou que “o segredo da felicidade não está em se fazer aquilo que a gente gosta de fazer, e, sim, em aprender a gostar daquilo que se deve fazer”.
A felicidade não significa uma aceitação silenciosa e compulsória das dificuldades existentes, como se fossem determinadas por Deus. A resignação é virtude cristã e preciosa, mas não deve ser confundida com a indisposição para a luta nem com o medo, a covardia ou a falta de fé. Quando a Bíblia diz “que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28), ela não está sugerindo passividade, mas, antes, o aproveitamento de toda ocorrência, dada ou permitida por Deus, para benefício do verdadeiro cristão.
Na verdade, a felicidade está na comunhão perene do homem com Deus. Fora disso ela é efêmera e, para subsistir um pouco mais, precisa de recursos quase sempre escassos e de valor transitório.
Fonte: http://www.ultimato.com.br
O HOMEM FELIZ
Os médicos tentaram de tudo, mas nada parecia funcionar. Estavam a ponto de perder a esperança quando a velha criada falou:
- Eu sei uma forma de salvar o rei. Se vocês puderem encontrar um homem feliz, tirar-lhe a camisa e vesti-la no rei, ele se recuperará.
Ao ouvir tal afirmativa, o rei enviou seus mensageiros a todos os cantos do reino a procura de um homem feliz.
Eles cavalgaram por todos os lugares e não encontraram um homem feliz. Ninguém estava satisfeito; todos tinham uma queixa a fazer.
"- Aquele alfaiate estúpido fez as calças muito curtas!" Ouviram um homem rico dizer.
- A comida está péssima, este cozinheiro não
consegue fazer nada direito!" Outro reclamava."
- O que há de errado com os nossos filhos?" Resmungava um pai insatisfeito.
- O teto está vazando!"
- A situação financeira está péssima"
- Será que o Rei não pode dar um jeito nessa situação?"
Essas e outras tantas queixas eram o que os mensageiros do rei ouviam por onde passavam.
Se um homem era rico, não tinha o bastante; se não era rico, era culpa de alguém. Se era saudável, havia uma sogra indesejável em sua vida. Se tinha uma boa sogra, a gripe o estava infelicitando. Enfim, naquele reino todos tinham algo do que reclamar.
O rei já tinha perdido a esperança de ficar bom, quando numa noite, seu filho cavalgava pelos campos e, ao passar perto de uma cabana ouviu alguém dizer:
- Obrigado Senhor! Concluí meu trabalho diário e ajudei meu semelhante. Comi meu alimento, e agora posso deitar-me e dormir em paz. O que mais poderia desejar, Senhor?
O príncipe exultou de felicidade por ter, finalmente, encontrado um homem feliz. Mandou que seus homens fossem até lá e levassem a camisa do homem ao rei e lhe pagassem o quanto pedisse.
Mas quando os mensageiros do rei entraram na cabana para despir a camisa do homem feliz, descobriram que ele era tão pobre que sequer possuía uma camisa.
Como diria Jesus: Quem tiver ouvidos que escute. Quem tiver olhos que veja.
O que a bíblia fala sobre felicidade
10:20 Pausa para o lanche (Post 02)
O que faz alguém feliz? Ter muito dinheiro no bolso, servir a Jesus, passar no vestibular, se casar ou simplesmente ver um pôr do sol? Pode até parecer simples tentar definir felicidade, mas não é. Felicidade pode se referir a uma aspiração, uma esperança ou ideal, em que não haja sofrimento, privações e frustrações.
Esse sentimento que há tantos anos persegue o ser humano não vem
como um pacote pronto. A felicidade se constrói a partir da capacidade que cada pessoa tem de interagir com os aspectos positivos e negativos da sua própria história de vida e realidade? A pessoa feliz é aquela que aprendeu a lidar com seus problemas, limitações, mas sobretudo acredita nas suas potencialidades. Deus nos dá a cada manhã a possibilidade de novas realizações. Por isso, precisamos ter coragem de reescrever nossa história de vida com capítulos de felicidade, apesar de possíveis dissabores, exemplifica Sérgio Fonseca, psicólogo clínico e pastor auxiliar da Igreja Presbiteriana do Fonseca, em Niterói, Rio de Janeiro.Fonte: http://www.elnet.com.br/jovem_interna.php?materia=5938
A diferença entre Alegria e Felicidade
07:30 Café com palavra (post 01)
A diferença entre Alegria e Felicidade
A alegria é a exteriorização de um sentimento, que pode ser verdadeiro ou falso. É verdadeiro quando o que se manifesta corresponde ao que se sente. Quando nos sentimos felizes e satisfeitos e exteriorizamos essa satisfação com alegria que contagia os outros. E é falso quando o que se manifesta não corresponde ao que se sente. Quando nos sentimos deprimidos ou preocupados, mas na presença dos outros exprimimos alegria.
A felicidade é o que todos desejam... É o que poucos têm... É o que ninguém tem sempre... E é o que todos pensam que só os outros é que têm.
A felicidade é a satisfação de um desejo. Sempre que alcançamos algo que desejávamos ficamos felizes. Mas após essa satisfação logo nasce novo desejo e acaba a felicidade. A “quantidade” de felicidade apenas depende da dificuldade ou vontade da satisfação do desejo. E a “duração” da felicidade depende da vontade de partir para novo projeto – crescer — ou do contentamento de ficar.
A alegria íntima, individual e pessoal, não é alegria, mas sim felicidade, da mesma forma que a igual tristeza não é tristeza, mas sim infelicidade.
O que é parte de uma pessoa é a felicidade ou a infelicidade.
O que é transitório é a alegria e a tristeza.
Fontes:
http://viaverita.blogs.sapo.pt/967.html
http://viaverita.blogs.sapo.pt/tag/felicidade
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